Assinatura Confraria de Artes Liberais - Instituto Cultural Hugo de São Vítor

A verdadeira EDUCAÇÃO LHE FOI SONEGADA. saiba disso.

Você já se sentiu frustrado por não conseguir resolver problemas complexos ou tomar decisões difíceis? Sente que sua formação escolar foi insuficiente para lidar com as demandas que a vida apresenta? Se a resposta for sim, você não está sozinho.

Você sente dificuldades de leitura e interpretação, de escrita e composição – o famoso analfabetismo funcional de que tantos falam? Não é capaz de acompanhar argumentos longos e complexos? Sente que, ao lidar com os números e cálculos, está trabalhando com coisas distantes e muito abstratas, quando não misteriosas?

Pois é, muitas pessoas não percebem a importância de uma formação robusta, até precisarem dela. Muitos até perderam a referência do que é uma boa formação.

Falando sem delongas:  Sem dominar a linguagem e os números, é difícil abordar a realidade de forma inteligente e imaginativa, resultando na falta de habilidade para resolver problemas complexos e tomar decisões difíceis. Isso pode levar à estagnação profissional e pessoal, frustração e falta de realização.

Portanto, o domínio real da linguagem e dos números capacita a agir na realidade por meio da inteligência, da imaginação e da vontade. Você pode dizer que saiu da escola capaz disso?

as ARTES LIBERAIS são tão somente essa verdadeira EDUCAÇÃO

As disciplinas que sempre foram os alicerces da educação e cultura que formaram os grandes homens da nossa civilização. SÃO UM CONJUNTO DE DISCIPLINAS CONSIDERADAS ESSENCIAIS PARA A FORMAÇÃO INTELECTUAL COMPLETA E ABRANGENTE DO INDIVÍDUO.

As Artes Liberais são um programa de estudos que sobreviveu ao teste do tempo, contado em milênios, tendo forjado as maiores mentes que o Ocidente conheceu. As Artes Liberais são uma proposta educacional que se destaca por sua longa tradição na formação integral do ser humano. Essa abordagem é relevante por oferecer um caminho para a busca da verdade e do bem comum.

Esta tradição foi responsável pela formação de homens como Cícero, Santo Agostinho, Padre Antônio Vieira entre muitos outros. A formação do homem é uma tarefa que envolve toda a vida e que requer a contribuição de todas as dimensões do ser humano.

Essas disciplinas são gramática, retórica, lógica, aritmética, geometria, música e astronomia. Pelo estudo dessas disciplinas, se alcança uma compreensão mais ampla do mundo, da natureza humana e da cultura, permitindo uma visão mais profunda e analítica da realidade.

As artes ajudam a desempenhar com perfeição; sejam as coisas materiais, como as tarefas do dia a dia, os negócios e os relacionamentos sociais; sejam as coisas intelectuais, como os estudos e a apreciação estética das obras de arte; sejam ainda as espirituais, como a religião e as ações morais: para tudo isso, comprovadamente, as Artes Liberais contribuíram e ainda contribuem. As Artes Liberais podem ser uma ferramenta importante nessa busca por uma formação integral e por uma vida plena em todas as suas dimensões.

As sete artes liberais são divididas em duas categorias principais: o Trivium e o Quadrivium.

O Trivium inclui as artes da linguagem e da comunicação:

Gramática

Estuda as regras da linguagem, incluindo a ortografia, a semântica e a sintaxe, tudo isso guiado pela leitura dos clássicos da literatura.

Retórica

Estuda a arte da persuasão por meio da comunicação verbal e não verbal.

Dialética

Estuda a arte de pensar corretamente e de forma lógica, desenvolvendo habilidades como a dedução, indução e a contraposição de argumentos.

Já o Quadrivium inclui as artes da matemática e das ciências naturais:

Aritmética

Estuda os números em si mesmo, suas propriedades e suas operações básicas.

Geometria

Estuda as propriedades e relações das formas e figuras geométricas.

Música

Estuda a harmonia e a melodia, incluindo a teoria musical e a composição.

Astronomia

Estuda os corpos celestes, suas qualidades e suas relações enquanto se movem pelos céus.

A origem e desenvolvimento das artes liberais

500
A.C.
Período 1 - A Origem na Grécia Clássica

No século V a.C., os rudimentos do trivium e do quadrivium já apareciam na educação dos nobres. Mais tarde, começa a formalizar-se na educação pitagórica, fundada na doutrina de Pitágoras, e sofística, junto de nomes como Protágoras, Górgias e Isócrates. Por fim, os filósofos socráticos, Platão e Aristóteles, definem as bases teóricas do trivium e do quadrivium.

300
A.C.
Período 2 - O Helenismo espalha as artes pelo Mundo.

A partir de meados do Sec. IV, com as conquistas de Alexandre o Grande, que chega às portas da Índia, o currículo das artes, já bem mais coeso, mas não ainda pronto, é espalhado pelo mundo civilizado e se afirma como o modelo de educação em si. É a chamada educação enciclopédica. Formam-se grandes centros culturais em Rodes, Antioquia, Pérgamo e Alexandria, entre outras cidades. Destacam-se nomes como Dioniso da Trácia na gramática, Euclides na geometria, Aristarco e Arquimedes na astronomia, entre outros.

50
A.C.
Período 3 - O protagonismo Romano.

Após 3 séculos de sucessivas guerras entre Roma e Grécia, os romanos em 31 A.C. tomam conta do Egito e assumem, assim, o governo de todo o território que já fora do império macedônico. Os gregos, militarmente vencidos, vencem porém no campo cultural, pois Roma ao invés de substituir a cultura grega, a toma para si pelo aprendizado. As antigas cidades gregas permanecem centro culturais para onde os romanos vão para estudar. Mas, é claro, Roma amolda a educação para os seus próprios fins. Destacam-se, aí, na educação, Varrão, Cícero, Quintiliano, Élio Donato, Plínio. Macróbio e outros.

450
D.C.
Período 4 - O Cristianismo assume, escolas monásticas.

A crise no Império Romano, que se encaminha para seu fim, coincide com a ascensão do cristianismo que, após 476, teve de aos poucos assumir as funções burocráticas pelo simples esfacelamento da burocracia imperial. Nesse período, um movimento imprevisto lança raízes e viria a ser importantíssimo para o futuro da educação. Era o movimento monástico iniciado por São Bento. O monasticismo assumiria a educação, que seria por muito tempo assunto de monges em escolas anexas aos monastérios. Destacam-se Santo Agostinho, Cassiodoro, São Jerônimo, Orígenes, Marciano Capela, São Boécio, São Gregório Magno, Santo Isidoro de Sevilha e muitos outros.

900
D.C.
Período 5 - Uma nova aurora, as escolas catedralícias. E o surgimento das universidades.

No ano de 800, Carlos Magno é sagrado rei do Sacro Império Romano. O Império fora restaurado após um gigantesco esforço de cristianização e defesa do território; e fora restaurado sobre fundamentos cristãos. Nascia, assim, a cristandade. Foi esse também um momento de restauração educacional liderado pelo monge inglês Alcuíno de Iorque, que estimulou a adoção de um currículo embasado nas sete artes liberais. Esse currículo seria a base de estudos das escolas catedrais e, mais tarde, das Universidades, criação dos séculos XII e XIII. Os nomes predominantes da época: Bruno de Colônia, Escoto Erígena, Anselmo da Cantuária, Roberto Grosseteste, São Bernardo de Claraval, Hugo e Ricardo de São Vítor, Pedro Lombardo, Santo Alberto Magno, Santo Tomás de Aquino, São Boaventura, Duns Scotus, e muitos outros.

1500
D.C.
Período 6 - Um novo mundo: Os Jesuítas, o humanismo e a modernidade.

Após a devastação da peste bubônica, que desestabilizou a Europa, coincidindo com a queda do Império Romano do Oriente, que trouxe alguns professores falantes de grego para o Ocidente, e, mais ainda, com influência de Petrarca e seu humanismo em alta, novas possibilidades no ensino foram surgindo. As obras da antiguidade clássica eram redescobertas e traduzidas para o latim quase que dia sim, outro também. Esse caldo culminaria na educação jesuítica e sua Ratio Studiorum, em 1599, síntese entre a Escolástica e os métodos e ciências recém-descobertos. Esse método educaria todos os grandes nomes a partir de então, desde os grandes homens da Igreja até seus mais mortais inimigos, e geraria o primeiro grande corpo de livros didáticos que o Ocidente viu.
Principais nomes: Leonardo Bruni, Vittorino da Feltre, Erasmo de Rotterdã, Marsilio Ficino, Pe. Cláudio Acquaviva, Pe. Manoel Álvares, Pe. Cipriano Soares, Pe. Pedro da Fonseca e muitos outros.

1960
D.C.
Período 7 - Os nossos dias

Pelo fim do Sec. XIX, o antigo ideal das Artes já havia sido quase totalmente abandonado. O ensino se caracteriza pela consolidação da laicização, abandono completo do latim e de disciplinas como lógica e retórica, com ênfase majoritária na matemática e nas ciências dela derivadas. Mas, neste começo de Séc. XXI, se podem notar focos de ressurgência daquele ideal. Podemos citar iniciativas como o Thomas Aquinas College e o Thomas More College nos Estados Unidos e, no Brasil, em iniciativas como o Instituto Hugo de São Vítor.

o trabalho do instituto e a confraria de artes liberais

Em meados de 2010 nós organizamos a Confraria de Artes Liberais, que consistia em um grupo de estudos das Artes Liberais. Deste grupo nasceu o primeiro Congresso de Artes Liberais e Educação Clássica, em 2014, e do congresso surgiu o Instituto Hugo de São Vitor e todas as nossas iniciativas educacionais, este curso inclusive.

Já estamos em nosso nono congresso, temos diversos livros publicados e uma quantidade enorme de conteúdo produzido nesses anos. Além de mantermos em nossa sede alunos presenciais e internos, que estudam dia a dia conosco as Artes Liberais.

Nosso objetivo pedagógico é bem simples: preparar os nossos alunos para galgarem patamares que o ensino tradicional brasileiro não permite sejam alcançados; são alturas humanas que hoje em dia são dadas como inatingíveis, mas que, para pessoas de épocas passadas, eram pressupostos de uma sociedade sadia.

Uma personalidade íntegra, um intelecto livre de confusões infantis e pronto para a busca da verdade, uma vontade que sabe o que quer e tem força para ir buscá-lo: o pressuposto disso tudo é uma formação de base completa. Mas não é só isso que as Artes Liberais propiciam.

Caso você almeje cursar os estudos superiores de Filosofia, Teologia, Direito, Crítica Literária, ou simplesmente tornar-se um homem melhor, capaz de exercer suas atividades profissionais com mais inteligência e sabedoria: tudo isso também são os frutos das Artes. Em outras palavras, a formação de uma elite do conhecimento.

Por que Hugo de São Vítor?

Hugo de São Vítor (1096 – 1141), nosso patrono e mestre, se encontra numa espécie de encruzilhada na história da educação. Ele é um verdadeiro herdeiro de toda a tradição que o antecedeu (não à toa o chamavam o “segundo Agostinho”), mas também antecipou os desenvolvimentos que se anunciavam no seu tempo, que se tornariam a Escolástica.

E não somos apenas nós que o dizemos. São Boaventura, comparando-o com figuras gigantescas como Santo Anselmo, São Bernardo de Claraval e Ricardo de São Vítor, dava a preeminência nos estudos a Hugo, dizendo que este se sobressaía no raciocínio, na pregação e na contemplação.

Seu tratado intitulado “Didascalicon” serviu como referência tanto aos estudantes como aos professores das escolas catedralícias da Europa medieval. E seguiu sendo comentado Escolástica adentro. O tratado divide e classifica, sistematicamente, as formas de conhecimento em quatro studia, ou estudos. São eles os mecânicos, lógicos, teóricos e práticos.

um convite para a educação completa

O programa de Artes Liberais da Confraria constitui um vasto estudo dos temas e um extenso exercitar das principais habilidades que resultam numa formação de base consistente, capacitando de uma vez por todas os alunos a adentrar as províncias do conhecimento tidas como objeto de especialização. 

Ele dá aquilo que a escola não dá, por ser incapaz de fazê-lo. E mesmo para aqueles que não se veem chamados à vida intelectual, consideramos esse estudo algo extremamente benéfico para seu crescimento individual, pois a mente inteligente, a vontade domada e a imaginação criativa nunca serão coisas a se desprezar. Você estará preparado para cumprir aquilo que tem de fazer.

Assim, convidamos todos a que assinem a Confraria e a que sejam nossos confrades – tornem-se homens formados, um corpo de elite pronto para qualquer batalha.

a estrutura da confraria

aulas online

Acesso à plataforma com centenas de aulas já gravadas. As aulas do Programa são expositivas, contando com leituras, comentários e análises de obras clássicas de cada disciplina, além de tarefas adicionais e conteúdo extra. Todos os meses aulas novas são adicionadas à plataforma, entre as quais se encontram conteúdo inédito e atualizações de aulas antigas conforme as necessidades dos alunos e a identificação de lacunas na formação. Nosso intuito é manter o conteúdo completo e atualizado para garantirmos a formação integral dos alunos.

suporte e apostilas

Os alunos podem deixar as suas perguntas na caixa de comentários das aulas e obter a tutoria do professor. Você receberá sua resposta na própria caixa de comentários. A tutoria tem a função de aproximar ainda mais o aluno do conteúdo pela intervenção pessoal do professor, que, identificando o problema específico que o impede de avançar. Você terá acesso a mapas mentais, guias, apostilas, exercícios, tudo em pdf para baixar e turbinar os seus estudos.

grupo de supervisão

O grupo de supervisão é um grupo fechado onde estão todos os alunos do Instituto Hugo de São Vítor. Nele, a equipe de professores e tutores responsáveis pelo atendimento aos alunos estão prontos para responder a todas as questões levantadas no grupo, além da postagem de conteúdo exclusivo para os alunos. O grupo é organizado e mediado para oferecer respostas rápidas e precisas em assuntos pertinentes ao processo de estudos das Artes Liberais e outras disciplinas. Você estará livre para interagir nos comentários e tirar todas as suas dúvidas.

as disciplinas e aulas

A Confraria de Artes Liberais é composta por 9 cursos. A composição desses 9 cursos consiste numa formação completa, um curso completo para o estudo das artes liberais. Um de um curso introdutório que lhe ensinará o essencial para começar os estudos. Um curso de cada uma das Artes Liberais. E um curso final sobre pedagogia e história da educação clássica, para você poder compreender e dominar as técnicas de nossa tradição educacional.



Neste curso introdutório são expostas as diretrizes básicas para iniciar no estudo das Artes Liberais. Uma apresentação detalhada de cada uma das artes e do método de estudo.



O curso de gramática é sem dúvida o mais longo, e não sem motivo, pois é a base de todo o resto dos estudos. Os alunos estudam gramática básica, intermediária e avançada. O currículo do curso inclui ainda lições básicas de latim e grego, Mitologia, Antigo e Novo Testamento, Os Lusíadas e Dom Quixote.

Professores: Mário Lucas Carbonera, Miguel Lopes, Rodrigo Naymaier, Marcus Porto, Clístenes Fernandes, Eduardo Rocha.



O curso de retórica ensina as bases da arte da persuasão, com seus três tripés, o logos, o pathos e o ethos, as regras do estilo e arranjo correto do discurso, tudo de acordo com os autores clássicos da arte, como Aristóteles, Cícero, Quintiliano e o Pe. Cipriano Soares.

Professor: Clístenes Hafner Fernandes.



O curso de dialética parte do estudo da lógica clássica, de base principalmente aristotélica, e prossegue para o estudo dos métodos de investigação dialéticos, que fundamentam todo estudo científico e filosófico digno do termo. Por fim, o aluno estudará ainda as contribuições e dificuldades da chamada lógica moderna.

Professor: Marcus Boeira

O curso trata do estudo da Aritmética como disciplina que estuda as quantidades discretas. Esta disciplina não se constitui somente dos algoritmos matemáticos para a solução das operações, mas também da meditação sobre a natureza das quantidades discretas e suas operações. Foi estruturado para ser uma iniciação a este tipo de estudo em matemática, semelhante ao aos estudos de Boécio. Para isso, os alunos estudarão uma breve história da matemática, as operações matemáticas básicas, progressões aritméticas e geométricas, análise combinatória e problemas reais de aritmética. Este conteúdo se encaixa no que os antigos matemáticos chamaram de aritmética inferior.

Professor: Eduardo Rocha Costa

Este curso inicia-se nas primeiras definições de Euclides, que são lidas em grego, latim e ensinadas, ou reforçadas, em português. Estudar nesses idiomas não será apenas um recurso didático, mas parte da lição, visto que esta disciplina foi construida por meio dessas duas línguas antigas e estará sempre ligada a elas, mesmo em seus paradigmas modernos.

No primeiro módulo as definições vão dos elementos mais simples, como o ponto e a linha até as primeiras figuras. O curso prevê ainda um segundo módulo, no qual serão ensinadas as últimas definições e as primeiras proposições e construções geométricas na prática.

Professor: Eduardo Rocha Costa

Este curso pretende iniciar os alunos na disciplina da música como arte liberal. Inicialmente explica os primeiros conceitos importantes da teoria musical e orienta os alunos ao melhor modo de praticar e compreender música.

Traz, além de uma base teórica, um aprofundamento histórico sobre os primórdios da música ocidental e da escrita musical. De modo que facilite o aprendizado dos alunos quanto à cultura musical e à prática do canto e de instrumentos. É composto por aulas de distintos professores especialistas em diferentes temas.

Por fim, possui aulas para uma iniciação completa ao estudo da música.

Professor: Clístenes Hafner Fernandes



O curso de astrologia parte da observação dos fenômenos celestes como vistos a olho nu e busca penetrar nos significados todos que os antigos enxergavam em tal movimento, daí extraindo um complexo e rico sistema simbólico que informou obras de arte e mesmo obras teóricas a tantos autores de renome. Sem esse estudo, não é possível ler com proveito quase nenhuma obra dos antigos.

Professor: Mário Lucas Carbonera.


Este curso consiste em aulas sobre a História da Educação. Trata-se de uma visão panorâmica que abrange todos os autores que fizeram diferença positiva na pedagogia ocidental, a qual inclui muitos que infelizmente já não são lidos nem muito menos aplicados. Ao cursá-lo, o aluno terá uma visão renovada e enriquecida dos deveres de aluno e professor perante a realidade e Deus.

Professor: Clístenes Hafner Fernandes

os professores

Os professores do Instituto Hugo de São Vítor são membros do próprio instituto que estão envolvidos em nossas atividades educacionais desde meados de 2010. São pessoas que já percorrem os caminhos dessa formação em Artes Liberais e podem guiá-lo seguramente na obtenção dos conhecimentos das 7 artes.

Clístenes hafner fernandes

O Prof. Clístenes é um dos fundadores do Instituto Hugo de São Vítor e um dos principais professores da instituição. É professor de música, línguas clássicas e modernas, poeta e cantor lírico. Há anos o Prof. Clístenes dedica-se ao ensino da pedagogia clássica. Atualmente ele é o principal professor do Colégio São José - projeto de uma escola que está em fase embrionária.

Eduardo Rocha Costa

Desde cedo, o professor Eduardo interessou-se por música, artes e principalmente disciplinas matemáticas. Porém, esses interesses e outros, em filosofia e mesmo em ciêcias modernas, o levaram ao mundo das letras clássicas, ao notar que tudo estava ligado a uma tradição literária e científica muito anterior e mais profunda com relação ao que já havia aprendido. Então ele iniciou os estudos das línguas e da literatura clássica. Depois de quase 10 anos de estudo, pode ingressar em um curso avançado sobre literatura latina da maior escola de grego e latim da Europa. O professor Eduardo já dá aulas presenciais e online na Schola Classica há 5 anos.

Rodrigo Naymaier dos santos

O Prof. Rodrigo é bacharel em história (UFRGS) e filosofia (PUCRS) e um dos fundadores do Instituto Hugo de São Vítor. Atualmente é seminarista da Arquidiocese de Porto Alegre, presidente da Sociedade Chesterton Brasil e professor no Instituto Hugo de São Vítor. Na rede pública do estado, já foi professor de história, geografia, filosofia, sociologia e religião, bem como supervisor de docentes das séries iniciais.

Marcus Boeira

O Prof. Marcus Boeira é professor-adjunto e pesquisador vinculado ao Departamento de Direito Público e Filosofia do Direito da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre e doutor pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado em Filosofia pela Pontificia Università Gregoriana de Roma. Participa de diversas sociedades para o estudo de filosofia e lógica. É especialista em Lógica deôntica, Lógica modal, e Escolástica Ibérica. Membro fundador, conduz no Instituto o curso de Dialética na Confraria de Artes Liberais e participou da confecção dos volumes de Dialética da Coleção 7 Artes Liberais, bem como de diversos congressos e eventos por nós patrocinados.

Miguel Lopez

Prof. Miguel Lopez é formado em Letras pelo Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter), tendo lecionado em diversas escolas a cadeira de literatura. No Instituto, dá aulas sobre a matéria, como um curso que se constitui em uma leitura completa e comentada d’Os Lusíadas, e um curso sobre a leitura de romances. É membro fundador e participou de diversos congressos e eventos do Instituto.

Mário Carbonera

O Prof. Mário Carbonera é o principal professor de Gramática do Instituto Hugo de São Vítor; ele é tradutor, escritor e um dos membros fundadores da instituição. Há anos o professor dedica-se ao estudo da Gramática, tendo redigido o manual gramatical presente na Coleção 7 Artes Liberais e sendo o mais envolvido neste projeto.

A supervisão dos estudos no Instituto Hugo de São Vítor se dá pelo grupo de supervisão. Nele estão presentes a maioria dos nossos professores e também o time de tutoria do Instituto, que está apto a responder a todas as dúvidas dos alunos e a guiá-los no caminho dos estudos.

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